O método input é muito simples e consiste em você receber informações, que o cérebro irá armazenar para que depois você possa usar essas informações para expressar uma ideia.

Isto é, você lê ou escuta frases em um idioma, seu cérebro armazena essas frases para que depois, quando você desejar escrever ou falar algo , ele possa procurar a frase que corresponde ao que se deseja expressar e você consegue externalizar a frase no idioma.

Ao realizar a busca por frases, o cérebro não a procura em sua totalidade, mas sim por partes de frases.

A partir dessas partes, ele pode construir frases longas e mais complicadas. Assim, ele usa várias frases ao mesmo tempo para construir as frases originais, não apenas “imitando” uma frase por vez.

Exemplo disso é quando o cérebro “sabe” que pode substituir uma palavra similar à que ele ouviu em uma frase.

Então, se ele ouviu: “the book is on the table” (o livro está sobre a mesa), ele pode gerar “the cat is on the table” (o gato está sobre a mesa) ou “the dog is under the chair” (quando já ouviu e entendeu os substantivos gato, cachorro e cadeira).

Ele também pode substituir por mais de uma palavra como “the dog is under the old White chair” (o gato está debaixo da velha cadeira branca).

Para além disso, o cérebro pode fazer transformações avançadas. Analise as frases abaixo:
  • “I love my dog” (eu amo meu cachorro).
  • “I like playing tennis” (Eu gosto de jogar tênis).
  • “My dog is funny” (meu cachorro é divertido).

Ele pode gerir a frase: “Playing tennis is funny” (Jogar tênis é divertido).

Neste caso, o substantivo com verbo (playing tennis) foi substituído pelo substantivo precedido de pronome possessivo (my dog), gerando uma frase original diferente das anteriores de input.

No entanto, essas considerações não alteram o fato mais importante: “O cérebro precisa de input”.

E, quanto mais frases corretas e claras ele tiver, mais frases ele poderá imitar e usar para aprimorar a construção de suas próprias frases.

O que o modelo significa para os estudantes de idiomas


As duas considerações mais importantes no modelo para um estudante de idioma é que:

1. O cérebro produz frases com base em frases que ele já viu ou ouviu (input). Sendo assim,

O caminho para aprender um idioma é alimentar seu cérebro com muito input – frases corretas e compreensíveis (faladas ou escritas). Antes que você possa falar e escrever um idioma, seu cérebro precisa de frases suficientes no idioma em questão.

2. Falar e escrever (output) é o menos importante e não é o caminho para aprimorar suas habilidades no idioma.

É possível desenvolver um grande know-how de output sem praticar obrigatoriamente o output! Você não necessita de regras gramaticais. Oras! você aprendeu seu idioma nativo sem estudar tempos e preposições. Da mesma forma, você pode aprender um idioma estrangeiro.

A prática do input é indispensável para quem está aprendendo inglês ou qualquer outro idioma. É obtendo uma grande exposição na língua inglesa que fará com que você obtenha uma expertise no idioma rumo a fluência.

Aqui em nosso site, temos diversos conteúdos gratuitos que você pode consumir para aprender inglês, além de várias dicas para auxiliar você a organizar seus estudos de maneira eficiente, trazendo as técnicas mais eficientes usadas por poliglotas do mundo inteiro. 

See ya!